MUSPE Rolo compressor parte III Até os jornalistas sofrem...Em tempos de rolo compressor vale tudo para manter aliados felizes, inclusive deixando de fora do piso salarial os jornalistas, mas para os jornalistas que trabalham na ALERJ vai haver um acordo em separado. É o custo de sua escolha à deputado estadual.
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domingo, 16 de abril de 2017
sábado, 15 de abril de 2017
MUSPE Entrega do pedido de impeachment
MUSPE Entrega do pedido de impeachment, e tudo agora está em sua mão assine também em http://www.institutoamigosdaweb.org/f...precisamos juntar milhares de assinaturas para que os políticos levem a frente este pedido. Contamos com o apoio de todos.
MUSPE Fazendo o possível parte I
MUSPE fazendo o possível, depois de derrubar o pacote de maldades, o MUSPE vem fazendo o possível para diminuir o sofrimento dos funcionários públicos sem salários. Distribuição de cestas básicas, e atos públicos, para mostrar ao mundo a ineficácia do governo Estadual. Tem gente que pede compreensão, outros trabalham para resolver.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
A hora e a vez do povo.
De 2 em 2 anos você é chamado para mostrar sua vontade, de 2 em 2 anos temos eleições. Temos um sistema injusto, onde escolhemos, mas quando descobrimos que escolhemos errado, não existe um modo do povo tirar do poder, quem nunca deveria ter assumido. O povo sofre com o desserviço, com a falta do poder público, e não pode fazer nada. Só que desta vez o MUSPE te convida a mudar a história do Estado, de poder fazer a diferença, de ser útil na mudança de seu futuro. É a hora de seu livre arbítrio, da sua real escolha, é a hora de tomar o destino em suas mãos, e fazer o que é certo.
Seja signatário do abaixo assinado em favor do impeachment de Pezão e Dornelles.
A petição do impeachment foi entregue no dia 13/01/2017, só que é preciso sua participação, sua assinatura, é preciso que todos saibam que o Rio está cansado de ser enganado, humilhado, por um déspota que deixa aposentados sem um modo de sobreviver.
Assine, compartilhe com os amigos, com parentes, e até com estranhos, sua assinatura prova que estamos cansados com o desmanche das instituições públicas. Salve o Rio de Janeiro de seu pior governo, assine, participe compartilhando para que já no dia 1/2/2017 na porta da ALERJ, o MUSPE possa mostrar a sua vontade, seu desejo, traduzido por milhares de assinaturas. O poder emana do povo, e para ele deve voltar, se não volta é hora de mudar quem está no poder.
Obs.: Ajude divulgando, mas não crie outro abaixo assinado, para que as pessoas não assinem várias vezes, tudo deve ser feito em um só lugar, vai ser preciso credibilidade. Outro ponto é que por estar onde estão as assinaturas podem ser acessadas na hora em que precisar, evitando a espera de meses de outros locais. O sucesso está na nossa união, e métodos de trabalho, e não vamos reconhecer outros locais de coleta. Tem um código QR para acesso rápido, tem o link, e este vídeo da entrega do pedido. O Instituto Amigos da Web, não vai pedir para entrar em suas listas de amigos, não vai pedir doação, ou enviar propaganda posteriormente. Você pode favoritar o link, pode enviar por whatsapp, se imprimir o código pode usar para entrar com o celular de amigos, o vídeo foi publicado no Youtube, mas na página do Instituto Amigos da Web no Facebook, foi postado direto, se quiser você pode baixar e difundir por outras redes sociais, a vontade.
Assine entrando pelo link:
http://www.institutoamigosdaweb.org/fora.html
MTE 32447/RJ
No dia 1/2/2017 sonhamos estar com o recorde de assinaturas para tão pouco tempo.
Informe:
Carlos Senna Jr.
MTE 32447/RJ
carlossennajr@yahoo.com.br
O Rio de Janeiro está unido
O Brasil vinha se dividindo, o choque de ideias entre a esquerda e direita, acirra os ânimos, separa famílias, e um lado culpa o outro pela crise.
No Rio quem é de direita acusa o atual governo de ser de esquerda, afinal todos foram parceiros políticos. Quem é de esquerda acusa o atual governo de ser de direita, atitudes de ditadores norteiam os atos do governador.
Mas uma coisa tenho de admitir, o Rio está unido, as diferenças foram deixadas de lado, porque o governo é tão ruim, que consegue o impossível, unir a esquerda e a direita contra Pezão e Dornelles. O inimigo de meu inimigo é meu amigo.
Aqui no Rio a pressão desta união derrubou o Pacote de Maldades de 2016, não sei se vamos conseguir de novo em 2017, mas dia 1 de fevereiro estaremos juntos unidos para mais uma batalha, a batalha para que siga em frente o impeachment, a CPI do Maracanã, e a CPI das isenções fiscais, e para mais uma vez barrar o Pacote de Maldades na sua versão de 2017.
Não importa sua posição política, não importa sua raça, não importa sua opção sexual, não importa sua religião, o que importa é estarmos juntos, unidos, e gritando Fora Pezão!!!!! Juntos somos fortes.
DEPUTADO aprove as contrapartidas, e perca meu voto, ou acabe com as isenções fiscais, e ganhe meu voto.
Informe:
Carlos Senna Jr
MTE 32447/RJ
carlossennajr@yahoo.com.br
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terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Votação do Pacote de Maldades parte III Vale tudo para aprovar alguma coisa
Votação do Pacote de Maldades parte III Vale tudo para aprovar alguma coisa. Antes de começar a seção teve a reunião das lideranças, onde se definiu, que o aumento de alíquota seria aprovado, sem votação nominal, só que a oposição pediu para registrar o voto contrário. Assim quem votou a favor teria seu nome identificado, bastava registrar quem era contra. Só que na hora se descobriu que na verdade a maioria era contra, bem o caso foi parar na justiça......
Votação do Pacote de Maldades parte II Tiro, Porrada, e Bomba
Votação do Pacote de Maldades parte II Tiro, Porrada, e Bomba, enquanto a votação acontecia( parte I) do lado de fora aconteceu de tudo, e quando deixei a ALERJ por volta das 17 horas ainda deu tempo para se gravar as cenas da batalha campal que acontecia do lado de fora.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
MUSPE impeachment de Dornelles já!
Dia 23/06/2016 o MUSPE Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais faz um ato de protesto na porta do TJ, por causa do decreto 45.692/16. Continuando com seu trabalho de buscar o melhor para os servidores e a população, o MUSPE caminha até a ALERJ, onde protocola o pedido oficial de impeachment do vice governador Francisco Dornelles, e apresenta o pedido ao plenário da ALERJ. Mostramos os melhores momentos do protesto, junto com o decreto citado, e mais dois, decreto 45.607/16, de 21 de março, e o decreto 45.666/16 de 25 de maio onde Dornelles provou que sabe que é por causa das isenções fiscais, que o Rio ficou sem receita, e perdendo a oportunidade de dar uma solução para a crise do Rio
O que devemos contar ao mundo
Dia 23/06/2016 14 horas na frente do TJ, temos de voltar as ruas.
O que devemos contar ao mundo.
Foi uma semana bem movimentada para o governador Dornelles, na terça, dia 14 de junho, ele recebeu a visita do Presidente Temer, onde pode pedir para que se quebre com os direitos dos servidores. Mas Temer não quer isso agora, afinal seu governo é interino, então Dornelles sugeriu que após queda final da Dilma, ele fizesse isso, e nem assim Temer concordou. Neste mesmo dia na parte da noite foi depositado na conta dos servidores a 1ª parte do pagamento do mês passado. A 2ª parte só quando a misericórdia divina quiser.
Na quarta-feira, dia 15 de junho, uma vitória para os servidores, a justiça deu ganho de causa a um pedido que obriga o Estado a pagar no 1º dia útil de cada mês, e no próximo dia 01/07 incluir a primeira parcela do 13º salário. Esta decisão dá direito de se fazer arrestos para cobrir a folha salarial.
Na quinta-feira, dia 16 de junho, o nome de nosso atual governador aparece em duas delações na operação Lava Jato.
Na sexta-feira, dia 17 de junho, um decreto totalmente inconstitucional, declara o Estado do Rio em calamidade pública financeira para realizar os jogos Olímpicos, e concede ao governador o direito de não respeitar nenhum dos direitos constitucionais, como num Estado de Exceção. Ele vai poder passar por cima de todos os poderes constituídos, e fazer com o servidor, ou qualquer um que reclamar o que bem entender. E não cumprir com a sentença judicial de quarta-feira. Sem falar do poder de retroceder o Estado no tempo com a volta da escravidão, já que os servidores vão trabalhar sem saber se recebem, e quando recebem.
Olimpíadas não é um desastre natural, se a gente se calar, ou aceitar isso como desculpa para poderes ilimitados, manteremos o Brasil neste vale tudo em que vivemos. Eu espero que a ALERJ derrube este decreto, ou se este poder mais uma vez se calar, só nos resta pedir no STF a intervenção federal, pela subversão de nossa democracia, já que no estado pleno de direito é inconcebível, com este tipo de decreto, e para completar provo a todos, onde estão recursos que o Rio precisa para sair da crise.
O problema começou em 2004 com a lei 4321, que estabelece diretrizes para a concessão de benefícios fiscais, ela determina que sempre tem de haver uma contrapartida social, para a concessão do incentivo. Muitas das leis que determinaram a isenção fiscal para um setor da economia, trazem em seu texto, que 1% do imposto a ser pago ao Rio, vai para o FECP, Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais. Este fundo foi criado em 2002 pela Lei 4056, para apoio financeiro aos programas sociais do governador Garotinho, é projeto dos Deputados Estaduais, Eduardo Cunha, e Manuel Rosa o Neca, esta Lei sofreu ação de inconstitucionalidade, por isso os dois anos de diferença entre ela e a lei 4321. E tinha 2010 como data para o fim do FECP. Mas no mandato de Sergio Cabral, os programas sociais foram extintos, e o FECP prorrogado. Hoje não aparece quem administra o Fundo, e o que está sendo feito com seus recursos, 800 milhões em 2016. Em 21 de março de 2016 o decreto 45607 aumentou a alíquota de 1% para 2% destinada ao FECP, e em 25 de maio de 2016 o atual governador Dornelles alterou a redação deste decreto com a publicação do decreto 45667, aumentando a redução de alíquotas, e consolidando o aumento para o FECP. Quer dizer ele tem total liberdade para alterar as isenções fiscais. Em resumo na hora da crise, da falta de dinheiro, deixando de pagar os aposentados, em vez de aumentar as alíquotas do pouco imposto que está sendo cobrado para aumentar a arrecadação estadual, nosso brilhante governador, junto com o grande engenheiro secretário de fazenda, que como administradores deixaram o Rio no caos, e resolvem punir os servidores, pela crise, parcelando seus vencimentos. Isso retira do consumo mais 10% da população, e faz do Rio um lugar onde nada se consome. E a arrecadação em 2017 vai ser pior, pois o Rio não terá nenhum grande evento.
Voltando ao passado, na época da Lei 4321, surgiu para o Rio os Royalties do petróleo, então o Estado passou a ter uma arrecadação extra, que deveria ser para transformar escolas, hospitais, segurança, e a mobilidade urbana, mas se resolveu usar para cobrir a perda com a concessão dos incentivos fiscais. No Governo de Sergio Cabral essas isenções foram ampliadas, a Lei 5636/2010 concedia a 55 municípios do Rio, benesses fiscais para empresas que viessem de outro estado, e até para as indústrias já estabelecidas, ou as que mudassem de endereço, de locais não privilegiados pela Lei, para um destes 55 municípios. Nestes dois casos, não há geração de emprego, quem está estabelecido, e quem muda de endereço, apenas deixam de recolher o imposto que antes pagavam, para gozarem da isenção fiscal.
As grandes empresas do Estado não pagam impostos, e a isenção não é só para venda, se estende a compra de matéria prima, máquinas, e equipamentos, com financiamento estadual para novas, e automatizadas instalações industriais. Petrobrás, CSN, Celma, TKCSA, P&G, Piraquê, AMBEV, Coca cola, Ortobom, Sadia, Cerveja Itaipava, e etc., e por diversos motivos, Copa do Mundo, colaboração em campanha, e as Olimpíadas, o comércio também ganhou isenção Supermercados (Guanabara, Prezunic, Zona Sul), atacadistas, termas, cabeleireiro, e etc., este ano a perda de receita com essas isenções chega a 40 bilhões. São mais de duas mil e quinhentas empresas beneficiadas, e não chega a 20% o número de industrias beneficiadas que vieram de outro estado.
Se o Estado tem um défice de 20 bilhões, bastava chamar os empresários, e pedir uma suspensão da isenção por 4 anos, depois dos 4 anos a isenção voltava acrescidas de mais 4 anos, só que é ai que o problema reside, pelos empresários isso é possível, mas os políticos não querem.
Em abril desde ano no auge da falta de pagamento dos aposentados, Um grupo da cultura, liderados pela Ana Rattes, e até a OAB se colocou contra um projeto dos Deputados Luís Paulo, Bruno Dauaire, e Lucinha, que suspendia a concessão de novas isenções por 4 anos, mas mantinha as já existentes, e extinguia a Lei 4321/04. Alegaram que a cultura seria prejudicada, no entanto está na Lei 4321/04, a proibição para quem ganha isenção de fomentar cultura. Quer dizer, manter a isenção pode, dizer que apoia a cultura pode, e deixar de pagar quem trabalhou, alegando falta de arrecadação, também pode.
O argumento para implantação da Lei Cabral foi que 19% de nada é nada e 2% de alguma coisa ajuda, só que ao espremer o servidor, na falta de venda, os 2% também se tornam nada. E apesar de todas as facilidades se não tiver como vender no Rio as industrias se mudarão, e continuaremos no eterno buraco sem fim.
O problema não está no alto custo da folha salarial, nem na crise, está na falta de capacidade de superar as adversidades, e na má vontade de alterar contratos.
A culpa de tudo é sua, sim sua eleitor!!!! Vê se aprende com tudo que está acontecendo, e deixa de acreditar em papai Noel, pesquisa eleitoral, conselho de amigos formadores de opinião, no papo de avançar, seguir em frente, construir juntos, e em outubro escolhe dentre os ilustres desconhecidos, novas pessoas para nos representar.
Carlos Senna Jr
MTB JP 32447/RJ
carlossennajr@yahoo.com.br
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