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sábado, 15 de abril de 2017

MUSPE Fazendo o possível parte I



MUSPE fazendo o possível, depois de derrubar o pacote de maldades, o MUSPE vem fazendo o possível para diminuir o sofrimento dos funcionários públicos sem salários. Distribuição de cestas básicas, e atos públicos, para mostrar ao mundo a ineficácia do governo Estadual. Tem gente que pede compreensão, outros trabalham para resolver.

O direito a greve



Não acreditei muito na greve da PM aqui no Rio, estava acompanhando de perto em 2012, e é muito difícil um movimento sem um comando conseguir ir em frente. Cada um faz o que quer, e a coisa não evolui, pode ser que a greve acabe acontecendo, no Espirito Santo começou somente com 10 mulheres, e como a insatisfação é grande, a coisa cresceu.

Antes do Espirito Santo virar notícia, em Pernambuco, PMs e Bombeiros fizeram uma passeata, no dia 03/02/2017, e houve um acordo, aumento de 25% a 40%, e todos saíram felizes.

No Espirito Santo, como aconteceu na Bahia e no Rio em 2012, a grande mídia dá o tom de gananciosos PMs, querendo explodir as finanças do Estado estão deixando os cidadãos nas mãos dos bandidos. O militar, um ser sem direitos, que tem de ser um escravo da população, que o sustenta através do pagamento de impostos.

Em 2012 a ideia era de não permitir que a população ficasse nas mãos dos bandidos. Boa parte dos PMs tem orgulho de sua farda, de seu trabalho, e só estava indo a greve, porque sua família sofre com a baixa renumeração. Militar como qualquer cidadão tem família, chora, ri, sofre, e tem grandes momentos como ser humano. E como todo ser humano, seu direito é igual ao de toda a população, e termina onde começa o direito do outro. Mas na nossa Lei ele não pode ter associações ou sindicatos, tem de servir sem questionar ordens superiores, e não pode fazer greve.

Se tivesse um sindicato a coisa poderia sempre ser bem resolvida, um representante do sindicato conversaria com o alto comando, sem acordo poderia ter um Juiz que faria as partes chegarem a um acordo. Se houvesse uma greve teria 30% na rua trabalhando, só que isso acontece na iniciativa privada, mas como acima do comando geral existe o político, e nem todo político gosta de negociar com o servidor público, o funcionalismo sofre em época de reajuste salarial.

A reação do governador do Espirito Santo, acusando de chantagem, pois não estava havendo consenso, lembra Cabral em 2012, mas no fim Cabral acabou dando um aumento. Lá parece que chegaram a um acordo.

Hoje no Rio o problema é bem diferente, o PM não está reivindicando aumento, até porque o aumento tinha sido concedido, só não ia ser pago, mas com a crise de segurança no Espirito Santo, e o medo do Rio ficar sem carnaval, a parcela do aumento está sendo anunciada para ser paga, junto com o pagamento de janeiro no dia 14 de fevereiro. Só que nada se fala sobre o pagamento, sem aumento, dos aposentados, pensionistas e inativos, da segurança pública.

As reivindicações estão na foto acima, falta pagamento de dias trabalhados, trabalhar e não receber, dá multa, e até pode dar cadeia para o patrão na iniciativa privada. Para o militar cuja obediência tem de ser cega, a família pode sofrer, a barriga pode roncar, que ele vá a pé para o trabalho, mas se reclamar, muitos do comando, e os políticos, gostariam de usar a chibata.

Mas o salário deles está sendo pago primeiro que os outros servidores, e tem um por fora para aqueles que estão trabalhando na segurança da ALERJ, ou na polícia privada que hoje patrulha alguns bairros sustentada por uma vaquinha de comerciantes, e moradores, e que ocupa as horas de folga de alguns membros da corporação. Então somente pelo 13º de 2016, e o extra da Olímpiada, e do salário que é pago quando o governo quer, eles não podem reclamar, ou fazer greve. Só porque não tiveram dinheiro para as festas de fim de ano, as famílias dos PMs, vão para as ruas protestar? É isso que o governador do Rio pensa.

Cabe ao povo entender que militar é gente, apoiar como acontece nos Países de 1º mundo todo ato de greve, sem que o Estado fique nas mãos do bandido, repudiar o uso excessivo da força militar contra aqueles que hoje são massacrados por discordar do governador pela falta de pagamento, e perda de seus direitos. Tem de fazer parte da modernização das relações trabalhistas. Hoje no Rio o cidadão paga seus impostos, mas estes impostos ficam nas mãos dos empresários, nesta trágica política de isenção fiscal. O povo faz a sua parte pagando impostos, mas este não retorna nos serviços essenciais do Rio.

Infelizmente não existe consenso na população, e vi muita gente torcendo pela greve para poder visitar determinadas lojas de madrugada, são pessoas que não respeitam seu semelhante, e na verdade deveriam participar mais para a troca dos maus políticos, pelos bons políticos.

Greve é um direito universal de todo trabalhador é a única forma de equilibrar a contrapartida de demissão que muitos patrões usam na mesa de negociação.

Não basta gritar para o servidor público que você paga o salário dele, aqui no Rio o cidadão paga o imposto, mas este fica com o empresário, sem pagar salário algum do funcionalismo. É preciso mudar seu voto, mudar este grupo de políticos, que estão deixando o Rio na calamidade financeira, para conseguir novos empréstimos. O Estado tem de viver de impostos, gerados pelo suor do trabalho de todos, e não de empréstimos, até porque no futuro, seu imposto, é que vai pagar estes empréstimos.

Se você concordar com a gente, vá aqui ao lado (se você estiver no site do MUSPE) e assine o manifesto em apoio ao pedido de impeachment do Pezão. Se você não estiver no site do MUSPE entre pelo link abaixo, e assine:

http://www.institutoamigosdaweb.org/fora.html

E depois faça uma visita ao site do MUSPE:

http://www.muspe.org

Carlos Senna Jr

MTE 32447/RJ

carlossennajr@yahoo.com.br

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Muspe parte VIII Motivando a greve



Gravado em 01/04/2016, o vídeo mostra o trabalho da ASSEMPRJ na preparação de seus servidores para uma greve. No vídeo os temas que até hoje o Estado não resolveu. Na palestra vários outros lideres sindicalistas falaram. O vídeo só foi publicado agora para não atrapalhar as negociações com os políticos, negociações que não levaram a nada, principalmente por causa do Estado não admitir seus vícios.

domingo, 27 de março de 2016

MUSPE parte VI O melhor de todos



No meio de uma nomeação, que causou uma grande indignação, acrescida de diálogos comprometedores, tinha um ato público em defesa do servidor público do Estado do Rio de Janeiro. A interrogação era como reagiria o funcionalismo? A luta dos servidores se perderia em meio a hecatombe política? A resposta do MUSPE foi a de manter o ato, fazendo este protesto ser o melhor de todos já realizado. Vejam os melhores momentos, inclusive com uma imagem histórica, um conhecido de esquerda ao lado de um desconhecido que externava através de uma fantasia a sua opinião. O desejo de um Brasil melhor é mais forte que as diferenças políticas. Cada vez ficamos mais unidos, apesar daqueles que sonham em dividir os brasileiros. Só com a união, como a do MUSPE, é que os servidores, conseguirão superar as barreiras que tentam impor ao funcionalismo toda a culpa pela crise.

sábado, 5 de dezembro de 2015

ABMERJ "Por todos"



ABMERJ "Por todos" uma nova luta, não por melhores salários, mas por querer receber pelo mês trabalhado. A ABMERJ juntos com os demais Servidores Estaduais se insurgem contra o parcelamento do salário, o não pagamento do 13º e a falta de perspectiva de receber no ano de 2016. E começam uma série de atos pacíficos e ordeiros para buscar o Direito negado pelo seu patrão, o governo do Estado do Rio de Janeiro.